terça-feira, 21 de setembro de 2004

Primas

Morávamos os três juntos. Eu, meu primo e a prima dele. Prima dele porque não era minha prima direta, ele sim. Sabia que ele trabalhava e que ganhava muita grana com aquilo. Não ia todo dia, mas vivia na rua, na academia e comprando coisas caras. Era ele que pagava minha escola. Tenho 17 anos, minha prima tem 29 e ele tem 26. Que espetáculo de homem.
Estamos sempre nos vendo a vontade em casa, ou de toalha ou com apenas parte das roupas e já percebi que ele não se surpreende com o corpo de qualquer mulher, quase não comenta sobre as que costumamos ver na rua quando ele me dá carona pra escola. É muito seguro e na dele. Já eu, reparo em todas e todos, to pegando fogo por dentro, to doida pra dar pra alguém, de me dar pra mim mesma, mas tenho medo e acho que até um certo bloqueio em relação à virgindade. Não que eu não me divirta. Faço isso e muito!
Tenho uma amiga muito estudiosa, daquelas que adoram biologia, precisamente anatomia e ginecologia. Estamos sempre adiantando matéria lá em casa. Como quase ninguém desconfia de duas garotas novas, juntas, estudando, nunca houve empecilho dela ir lá pra casa quase sempre e de ficarmos a portas fechadas fazendo lição de casa. Erica é deliciosa. O tipo de mulher grande, coxas fortes, seios fartos e rígidos e uma bunda linda. E tem um aroma natural agradabilíssimo. Sempre nos masturbamos muito em nossas aulas particulares. Ela trás consigo uma caneta daquelas de 20 cores, perfumada que serve de brinquedinho. Toda vez que estamos nos chupando ela usa aquilo como se suprisse a falta do macho, de uma pica grande e decente que nos desse o prazer de uma penetração cheia de vida.Não deixo que meta aquilo em mim. Só um pouco, na bundinha. Sinceramente eu adoro.
Ela é muito safada, vem sempre com saias até o joelho, sem calcinha. Nunca usou. Às vezes já vem com aquele arremedo de consolo enfiado na bunda, sabendo que aquilo me deixa louca. Ela sabe que não vejo a hora de ser invadida por um pau, mas que tenho certos medos. Por isso fico sempre na brincadeira, sem ousar enfiar aquilo em mim. Aproveito pra fazer a putinha delirar e eu também. Ela já entra no quarto com a saia pela metade da bunda, os pelos da bucetinha gordinha de fora e colocando o dedo na boca com cara de quem quer sacanagem. Eu também quero. Minha mão vai direto entre seus grandes lábios totalmente encharcados. Agarro aqueles peitos fartos pelos mamilos e puxo para cima até ficarem duros e ela gritar pedindo pra me lamber. Chupamos uma a outra ao mesmo tempo, ela acaricia meu anus, pressiona minha cabeça inteira contra seu sexo gostoso como se quisesse me enfiar lá dentro, geme feito uma louca, sem controle, arreganhada esperando um pau cair do céu no meio de suas pernas. Eu faço o que posso: meto três dedos pela buceta e meu dedão se esconde dentro de seu cuzinho delicioso, apertado, que dá até pra sentir por dentro. Um negócio muito quente.
Neste dia, quando Erica foi embora, ele já estava na sala, de banho tomado e lendo um livro. Dei boa noite e ele nem me olhou. Senti sua respiração forte como nunca. Estava só com uma cueca daquelas frouxas de dormir e quando eu voltei pra subir pro meu quarto a surpresa. Ele só esperou que eu pisasse no primeiro degrau:
_ Psiu!
Eu olhei pra ele.
_ Amanhã vamos trocar a caneta por isso. Boa noite prima.

Segunda parte amanhã. Eu perguntei antes!

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