segunda-feira, 18 de outubro de 2004

Espanta Tubarões

Nesse novo desenho da DreamWorks, Leni, representa um dos maiores assassinos dos oceanos, um animal carnívoro, voraz e temido por todos, o tubarão branco. Mas adivinhe, Leni é vegetariano, só come algas, isso para o seu pai (No desenho fazem uma paródia com o Poderoso Chefão) o maior mafioso entre os tubarões, é de uma humilhação profunda. Mas ele ama seu filho e faz de tudo para tirar essa sensibilidade do filho, o pior é que todos os outros tubarões do clã começam a reparar na sensibilidade de Leni, que vira motivo de gozação. Já de ínicio fica claro a mensagem subliminar que o desenho tenta jogar na cabecinha das crianças que lotam o cinema. O drama da procura pela identidade sexual de Leni, a negativa do pai com as atitutes "vegetarianas" do filho tubarão. Antes fosse só o problema de não comer carne, mas os trejeitos do tubarão fazem uma conotação séria ao homossexualismo.

Essa relação gay com o peixe fica clara minutos depois, onde ele encontra o chatíssimo peixe Oscar, dublado pelo Will Smith, que o acolhe em sua garagem e o transforma num peixe travesti, fantasiando o tubarão num delicado golfinho, para que os outros peixes não fiquem assustados com seu corpo de tubarão. Nesse momento Leni fica feliz, que nem uma bicha aquática enlouquecida, pior o. final, onde o Tubarão pai resolve aceitar a condição "vegetariana" do filho. Fiquei então preocupado com meus filhos vendo toda aquela mensagem subliminar, não me retirei do cinema, porque fiquei na esperança de no final o tal do Leni regenerasse e comesse as tripas do peixe Will Smith, como eu desejei isso. Infelizmente não aconteceu.

Tô ligado também nesse outro filme da DreamWorks, o Shrek 2, quem viu e tiver um pouco de atenção as mensagens subliminares vão reparar nas conotações gays nessa continuação: a dona do bar com cara de travesti, o metrossexualismo do Príncipe Encantado que no final leva um beijo na boca do mesmo travesti, o pinóquio que usa tanguinha rosa,etc.

No cinema animado, nos programas infantis, nas revistas em quadrinhos, sempre terá agora, diretores de arte ou roteristas gays, todos eles querendo divulgar suas boiolices na mídia como algo normal e sadio. Querendo ou não, as nossas crianças estão sendo bombardeadas por esse material mesmo que de maneira subliminar.

Um comentário:

Shawd disse...

Cara, pra começar, vai arrumar um emprego, segundo, aprende a ler fabulas e deixa os contos infantis em paz, ela não é uma travesti, é um apródia, ela é a "Irmã Feia" não entendeu a piada?
E na boa, seu blog é tão interessante que ninguem curtiu.

Postar um comentário

Abobra Diário.