Nossos corações assustados pareciam querer pular de nossos peitos, ela tirava a mão rapidamente de minhas coxas, envergonhada, e eu encarava seus lindos olhos esverdeados quase cobertos pelo seu liso cabelo castanho claro.
- A tua prima Thainá estava perguntando por você, ela passou por aqui ? - perguntou minha mãe com sua voz estridente
- Mãe, ela não passou aqui não, estou estudando, daqui a pouco eu saio do quarto.
- Termina logo, arruma esse quarto e vem pra piscina logo, todo mundo quer te ver.
Thainá me olhou com um sorriso moleque, como era linda, se não fosse uma prima de 1o. grau teria orgulho em namorar com ela, casar com ela, ter filhos. Estou apaixonado. Em apenas 5 minutos, desde o momento que ela apareceu na porta do quarto, sentia que poderia viver toda a minha dedicada a uma única mulher.
- Você é louco, porque mentiu pra minha tia ?
- Você queria que ela entrasse ?
- Não sei, deixa eu sair do teu quarto, já estão notando a minha falta.
Tentou levantar da cama, e eu a empurrei de volta. Voltou a ficar sentada na cama, e me olhou de novo e disse: "O que você quer ?". Olhou para o volume que crescia na minha bermuda, e obteve sua resposta.
- Não pense que eu vou te chupar.
- A 3 anos atrás você não tinha esse pudor.
- O que nós fizemos a 3 anos era errado.
- E agora é errado também ?
Eu sinto que o desejo de Thainá é grande, eu sei que ela veio aqui para essa chatíssima reunião familiar com o propósito de me ver. Deve ter saudades do tempo em que eu morava em Belo Horizonte, e das brincadeiras sexuais que nos divertiam quando ficávamos sozinhos em sua casa, mas apesar da curiosa e inocente iniciação sexual que nós tivemos juntos, ainda acho que ela carrega a pureza de sua virgindade.
- Você é virgem ? - pergunto
- Sou.
- Sério ?
- Aqui em Brasília é difícil achar alguma adolescente de 16 anos virgem ?
- Acha sim, geralmente se perde com 14 anos.
- Estou guardando minha virgindade para alguém interessante. Um grande amor.
- Um príncipe encantado ? - falei ironizando
- Alguém especial.
Decidida, Thainá abaixou lentamente a minha bermuda, depois minha cueca, ficou assustada com o tamanho do meu mastro, e disse "Ele era bem menor da última vez que vi". Ficou olhando pra meu sexo que estava na altura de sua boca e apontando para o teto de tão excitado, ficou examinando com as pontas dos dedos, como se fosse um artefato raríssimo. Já não agüentando segurei a base do meu pênis e direcionei em encontro da sua boca dizendo "Se esqueceu de como pagar um boquete ?". Não, ela não tinha esquecido. Segurou com precisão o corpo do meu sexo, e dentro de sua boca ela chupava com muita determinação, aquela língua era tão macia e a pressão de seus lábios carnudos contra a cabeça do meu pau, me deixou com as pernas bambas. Gozei rápido, em questão de uns 2 minutos, estava muito excitado. Ela se assustou com o volume de porra que preenchia sua boca. Quase engasgou.
- Deixa eu te chupar também.
- Não, deixa eu sair desse quarto, vão acabar desconfiando.
- Tem certeza, que não quer ?
Foi até o banheiro do meu quarto, enxaguou a boca tentando tirar os meus fluídos que ainda estavam em seus dentes. Voltou enxugando o rosto e disse:
- Vai na frente e vê se tem alguém no corredor, dos quartos pra eu sair.
Tínha que deixar ela sair. Eram 3 dias de visita, ela dormindo no quarto de hóspedes, não precisava arriscar tudo logo agora.
Uns 30 minutos depois fui para a piscina, e ela já estava num lindo biquíni, deitada de costas no beiral, com suas firmes nádegas bronzeando no sol. Ela me viu e soltou um sorriso, um sorriso que pra mim pareceu de uma malícia infame. Conversei com os meus tios e minhas tias que pareciam urubus ao redor do churrasco que queimava a cada pingo de gordura quente que caia sobre as brasas.
- Vai lá conversar com tua prima, ela estava perguntando por você. - disse minha tia
Sentei ao lado dela, parecia um anjo dormindo. Abriu os olhos quando comecei a passar um bronzeador em suas costas. Me olha com uma ternura divina e perguntei ansioso:
- Hoje a noite, você vai aparecer no meu quarto ?
- Porque deveria ? - se fazendo de difícil
- Temos contas a acertar.
- Eu te devo alguma coisa ?
- 3 anos de espera, agora precisamos aprofundar nossas brincadeiras.
- Nem pense que vou perder minha virgindade com você.
- Virgindade é uma coisa tão besta, hoje ninguém se importa.
- Primo transar com primo de primeiro grau é pecado.
- Será ?
- Dizem que é um pecado mortal.
Durante o resto do dia conversamos bastante sobre a nossa infância, amigos que deixei em Belo Horizonte, não falamos mais de sexo. Fui para a minha cama ela ficou no quarto de hospedes com outros primos pentelhos. Não conseguia dormir, fiquei imaginando ela entrando pela porta do meu quarto, tirando a roupa e deitando ao meu lado. Já era madrugada, estava sem sono, me levantei com sede e fui até a cozinha, a casa parecia deserta na penumbra da noite, mas na cozinha parecia ter alguma vibração, alguém estava lá, fui devagar, com certeza algum dos meus primos pentelhos estava assaltando a geladeira. Olhando pela fresta da porta presenciei uma cena que me fez palpitar o coração, coloquei a mão na boca a fim de evitar que gritasse, meu suor agora era frio. Thainá estava sentada em cima da mesa, com as pernas abertas e nuas, e um homem, em pé na frente dela a penetrava com toda voracidade. Via as nádegas flácidas do homem na penumbra, balançando para frente e para trás, a cada estocada que dava na puta da minha prima. Disse que era virgem ? Mas não sentia dor, sentia um prazer, porque arranhava as costas do homem. Então ouvi ela dizendo bem baixinho, no ouvido do seu amante:
- Ai Rodolfo, mete mais forte tio Rodolfo.
Rodolfo era meu pai. Meu pai estava transando com a minha doce Thainá.
Agora você decide:
Qual deve ser a reação de Gustavo ?
A - Abrir a porta da cozinha, surpreender os dois e resolver a situação dessa relação maldita.
B - Ir até o quarto de sua mãe, acordá-la e levá-la até a cozinha para que presencie a traição pecaminosa de seu pai.
C - Não fazer nada, apenas observar mais um pouco pela fresta da porta. Ir para cama e resolver esse problema no dia seguinte.
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