sexta-feira, 22 de outubro de 2004

Minha prima Thainá - parte 3



Thainá estava sentada em cima da mesa, com as pernas abertas e nuas, e um homem, em pé na frente dela a penetrava com toda voracidade. Via as nádegas flácidas do homem na penumbra, balançando para frente e para trás, a cada estocada que dava na puta da minha prima. Disse que era virgem ? Mas não sentia dor, sentia um prazer, porque arranhava as costas do homem. Então ouvi ela dizendo bem baixinho, no ouvido do seu amante:

- Ai Rodolfo, mete mais forte tio Rodolfo.

Rodolfo era meu pai. Meu pai estava transando com a minha doce Thainá. Que tipo de pecado é esse onde se pode comer a sobrinha, a filha do próprio irmão, e ela cheia de pudor sobre a relação sexual entre primos. Olhando os dois naquela cópula maldita, me veio a memória dos dias que chegava em casa do colégio e ela já estava em casa, e nunca estranhei o fato de meu pai chegar cedo do serviço, sempre nos dias em que ela me esperava assistindo televisão no meu quarto, quantas vezes ela me disse: "Vim aqui saber se você tinha chegado, e teu pai tinha chegado do serviço mais cedo e me abriu a porta". Meu pai, naquela época um maldito pedófilo, agora trepando com ela em cima da mesa onde daqui algumas horas seria servido o café-da-manhã, com todos os seus irmãos reunidos. Ouvi mais surssuros:

- Agora deixa eu meter atrás menina. - disse ele colocando ela deitada de costas sobre a mesa
- Não, vai doer muito.
- Só um pouco.
- Não, se me quiser, só dou a periquita.
- Quanto você quer ?
- Não tem preço tio. Aqui atrás não entra nada.

Ele a penetrou por trás, pude ver que era ainda na vagina, ficou ali cavalgando delicadamente, para não arrastar a mesa, e quando gozava puxava o cabelo dela como se ela fosse um animal... mas ela gostava, eu vi o sorriso no seu rosto quando ele jorrou aquela porra rala em suas costas. Eles começaram a se vestir, sai de trás da porta e fui silenciosamente para o meu quarto. Fiquei olhando para o teto, não conseguia pregar os olhos. A claridade da manhã penetrava pela janela e eu de olhos abertos, tentando analisar o grau da minha vingança. Minha raiva se confundia com um profundo desejo de ainda comer ela, mais que antes, porque sabia que ela era uma putinha, eu tinha raiva dela, mas do meu pai eu estava alimentando um ódio.

De manhã, ainda acordado, minha mãe bateu na porta me chamando para tomar um café, nem respondi, ia demorar um tempo pra eu voltar a comer naquela mesa. Sai do quarto uma hora depois, fui até a cozinha e Thainá estava sozinha ainda se alimentando na mesa do café, me olhou com um sorriso enquanto em pé a olhava com uma bolacha de agúa-e-sal nas mãos, e me disse: "Senta aqui do meu lado Gustavo, que cara é essa ?", demorei uns 5 segundos pra alimentar a minha resposta:

- Não posso comer nessa mesa.
- Por que ?
- Ela é uma mesa amaldiçoada - e então cheguei perto dela e disse perto do seu ouvido - por que eu sei que o último prato noturno servido nela foi minha querida prima.

Ela engoliu seco uma torradinha com requeijão. Sai de perto dela e antes de sair da cozinha, vi um fio de lágrima descendo o seu rosto, e dei uma ordem.

- Estou te esperando no meu quarto... priminha.

Minutos depois ela abria a porta do meu quarto e ao entrar, a fechava com a chave. Parada em frente a porta, com os olhos vermelhos de lágrimas me disse caminhando em minha direção na cama.

- Você viu tudo ?
- Infelizmente eu vi.
- Gustavo, eu não tenho culpa. Desde os 12 anos que ele me come, eu era uma criança.
- E agora ? Você ainda é uma criança ?
- Eu só queria relembrar como era, fazia três anos, eu só me sentia a vontade com ele.
- Maldita, você ama meu pai ?
- Não o amo, tenho até raiva dele, mas ele me seduziu de novo. Nem sei porque fui me encontrar com ele naquela cozinha. E hoje a noite quando ele transou comigo, fiquei com nojo de mim mesmo, não quero mais isso pra mim, preciso acabar com isso.


Ela se sentou ao meu lado na cama, segurou minhas mãos e me olhou com aquela carinha doce e disse, "Me perdoa", respondi sem hesitar, "Não sei", e novamente ela se revelou o tanto que é sacana "Se você me desculpar, eu deixo você me comer".

"Como a carne é fraca. Como a carne é fraca", pensei. Mas só de pensar que meu próprio pai tinha descoberto suas cavidades vaginas, na hora me deu repúdio. Como eu poderia me vingar daquela frágil criatura ? Não bastava ela se desculpar oferecendo seu sexo, porque não seria castigo, ela também sentiria prazer, tinha que lhe causar dor, tinha que sentir seu sofrimento, para que minha raiva diminuísse.

- Quero fazer sexo anal.
- De jeito nenhum. - jogou minhas mãos para o lado e se levantou da minha cama indo até a porta
- Posso acabar com essa família... - ela se virou com a feição assustada - ...posso fazer meus pais se divorciarem, posso fazer meu pai ser preso, acabar com toda essa harmonia que existe entre a minha família e a sua. Imagina teu pai, recém safenado, tua mãe católica fervorosa ao descobrirem que sua filhinha é a maior pecadora de Belo Horizonte. Seria um caos, seriamos uma família amaldiçoada perante a sociedade. Teríamos vergonha de usar o mesmo sobrenome.


Agora você decide:
Qual deve ser a reação de Thainá ?


A - Abrir a porta do quarto e não aceitar a chantagem de Gustavo. Aceitar então as conseqüências de seus atos perante toda a família.

B - Aceitar o assédio de Gustavo, e oferecer sua cavidade anal em troca de seu silêncio.


(aguardem nesta segunda-feira o último capítulo dessa emocionante história de sexo,traição e vingança.)

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