- Quero fazer sexo anal.
- De jeito nenhum. - jogou minhas mãos para o lado e se levantou da minha cama indo até a porta
- Posso acabar com essa família... - ela se virou com a feição assustada - ...posso fazer meus pais se divorciarem, posso fazer meu pai ser preso, acabar com toda essa harmonia que existe entre a minha família e a sua. Imagina teu pai, recém safenado, tua mãe católica fervorosa ao descobrirem que sua filhinha é a maior pecadora de Belo Horizonte. Seria um caos, seriamos uma família amaldiçoada perante a sociedade. Teríamos vergonha de usar o mesmo sobrenome.
- Você é igual ao seu pai, você não quer me comer, quer me violentar. Aliás, você está conseguindo ser pior que ele.
- Pode falar o que quiser, mas esse é o seu castigo, por ter sido falsa comigo. Estamos em débito, você me deve, e dessa maneira que você vai me pagar
Abriu a porta, e de costas para mim disse: "Me dê algumas horas para pensar, no final da tarde te digo". Fechou a porta com força, estava nervosa.
Durante o dia ela não se aproximou de mim, ficou quieta pelos cantos, sem o sorriso que lhe dava vida, olhava para o nada, devia estar refletindo sobre tudo. Se ela não me procurasse até o final da tarde, no jantar com todos reunidos, revelaria todo o segredo pecaminoso entre Thainá e Rodolfo, meu pai. Não queria fazer isso, mas o ódio que tinha pelo velho me consumia, parecia que um fogo ardia minha alma. Não era muito ligado ao meu pai, sempre mantivemos uma certa distância, uma figura paterna ausente, sempre viajando pelo Brasil e o mundo, advogado de uma famosa empresa de advocacia, mas que sempre nos deu o luxo necessário. Mas depois de tudo que presenciei , ele pra mim não passava de um estranho.
Thainá entrou no meu quarto chorando, se jogou nos meus braços. Encharcou o tecido da minha camisa com suas lágrimas, perguntei o que tinha acontecido e se recompondo disse: "Ele quer se encontrar comigo de novo. Gustavo não deixa ele fazer nada comigo de novo". Não agüento ver mulher chorando, mesmo alimentando certa raiva dela, lhe disse: "Você não é obrigada a aceitar o assédio desse desgraçado...- segurei o rosto dela com as duas mãos - apesar de tudo eu te amo !
Nossas línguas se entrelaçaram trocando salivas. Ela então se afastou e começou a tirar suas camiseta, então o sutiã me mostrando os seus lindos e duros seios de adolescente. Puxei ela pra perto de mim, e eu sentado sobre a minha cama baixei seu short e sua calcinha e seu sexo com ralos pêlos eram agora acariciados pelos meus dedos.
- Isso tudo agora é só seu, pode fazer o que quiser - disse ela
Virei ela de costas, e disse "Fique de quatro no chão". Thainá então ficou de costas pra mim, se agachou e de joelhos arrebitava o delicioso volume de suas nádegas, tão lisa e ao mesmo tempo firmes, com as marcas brancas deixadas pelo seu biquíni logo acima da entrada anal. Comecei a massagear sua vagina, com os dedos, e muito molhada pela sua excitação, passei seu fluxo vaginal ao redor de seu ânus, e coloquei devagar um dedo. Ela se contorcia não sei se era de dor ou prazer, como era apertado. Então baixei apenas minha bermuda, ela olhou pra trás e viu meu membro totalmente ereto, já indo na entrada de seu anel, Thainá quebrou o silencio dizendo, "Estou com medo Gustavo", "Só relaxe", tranqüilizei ela. Botei a cabeça do meu pau, bem devagar, ela arranhava a maciez do tapete deixando as marcas de suas garras que nem uma gata, como era apertado, o meu pênis parecia inchar mais, de tão excitado, demorou um pouco até entrar, comecei a estocar bem devagar até entrar tudo. Ela não agüentou ficar de quatro e deitou sobre o tapete. Estava chorando, tampei a boca dela com a mão. Então começou a soltar uns gritos a cada vai e vem, mas minha mão abafava o seu grito. Prolonguei o máximo que pude, controlando minha excitação, aproveitei cada minuto. Quando será que comeria uma bundinha igual a essa de novo ? Acho que nunca. Cada minuto ficaria pra sempre em minha mente, até que não agüentei mais, e gozei dentro. Fiquei em cima dela recobrando meu fôlego, tirei devagar e meu pau estava sujo de fezes e porra. Ela ficou um tempo deitada no chão, numa posição fetal, com os olhos vermelhos. Juro que senti um pouco de pena. Fiquei ali sentado no chão, com as parte de baixo ainda fétidas observando o perfeito contorno de seu corpo. "Agora me perdoa ?", "Perdôo", falei. Então nos beijamos e nos lavamos no banheiro.
É de madrugada e estou sentado em uma cadeira, na penumbra da cozinha. A luz se acende e meu pai, se surpreende com minha presença. Digo:
- Está esperando alguém ?
- Filho, o que você está fazendo aqui no meio da noite que nem a porrra de um fantasma.
- Te esperando.
- Você está drogado ? Vai dormir moleque.
- Eu sei de tudo pai.
Ele fica em silêncio, não responde.
- Sei que você come a Thainá, desde os 12 anos de idade.
- O que você tá falando moleque, quer que eu te quebre os dentes ?
- Eu vi vocês ontem a noite aqui sobre essa mesa.
O Sr.Rodolfo então se senta em uma das cadeiras da mesa e me olha fixamente, como se eu fosse um de seus clientes milionários, sabia agora que eu estava com o queijo e a faca na mão.
- Quanto você quer ?
- Quanto que eu quero ?
- Isso, quanto você quer. Qualquer filho de puta, tem um preço. Qual o seu preço ?
- Quero mais que isso, quero que deixe Thainá em paz
- Posso comer a garota que quiser guri. Thainá é só uma aventura.
- Pedófilo desgraçado, como posso ter um pai desses.
- Vamos... qual o teu preço, pode ficar com a guria. Mas saiba que um dia você vai enjoar dela, e vai querer provar outro doce. Você tem o meu sangue e ainda é jovem.
- Ouça aqui puto, pra que eu não acabe com sua carreira internacional, e não te denuncie aqui vai meu preço, eu e Thainá vamos estudar no exterior, aquele seu apartamento em Paris que tanto gosta agora é meu.
- Você deve estar louco ! - se levantou batendo com uma das mãos na mesa.
- Não terminei velho nojento, quero 1 milhão de EUROS na minha conta. Eu sei que você tem grana guardada na Europa, esse valor pra você não é nada.
- Você acha que o meu irmão vai deixar a filha dele ir estudar com você em Paris ?
- Vai sim, você vai custear os estudos dela. Meu tio pobretão vai adorar ver sua filha em uma faculdade no exterior. Esse é o preço que vai ter que pagar. Se bem que prefiro te mandar pra cadeia, mas se fizer isso acaba minha mordomia.
- Moleque, você não me conhece. - me ameaçou
- Não conheço mesmo, e muito menos você conhece o filho que tem.
(8 meses depois)
Faz 6 meses que estamos em Paris, o apartamento fica no centro da cidade, não é muito grande, mas bem mobiliado. Thainá esta comigo, feliz com toda a novidade a sua volta, estudando a culinária francesa, quer abrir um restaurante no Brasil, cheia de planos. Sinto saudades de minha mãe, sinto pena por ela estar casada com um crápula. Mas não penso muito no Brasil, prefiro me preocupar com Thainá, a cada dia a amo mais, todo dia transamos. As vezes fazemos sexo anal, ela já se acostumou, aprendeu a relaxar e curtir mais. Hoje é meu aniversário, e resolvemos ficar no apartamento mesmo, ela me disse que ia fazer um jantar especial. Está muito frio. O apartamento é quente, tudo está perfeito.
Na mesa iluminada com velas, minha taça de vinho já está cheia, na temperatura ideal, ela fez Salmão com Alcachofra, é um dos pratos que aprendeu na Le Cordon Bleu, a melhor faculdade de culinária do mundo onde estuda agora. Devoro o salmão rapidamente, ela me observa com um sorriso, cada garfada que dou no peixe, lha deixa feliz, adora me ver saboreando seus pratos.
A campainha toca.
- Gustavo fique aqui, vou atender a porta.
Quem seria ? Somos tão reclusos. Não conhecemos quase ninguém , e já era tarde. Engulo um pedaço de salmão sem mastigar ao ver meu pai entrando pela porta. E ela entra na sala segurando a mão de meu pai e me diz: "Olha quem veio te fazer uma surpresa Gustavo, o teu pai". Me levanto de uma vez, fico um pouco tonto e cambaleando consigo chegar no sofá,onde consigo sentar. Thainá está o tempo todo do lado do maldito. Digo: "O que vocês fizeram comigo". Thainá se levanta e senta do meu lado,
- Querido Gustavo, como você é ingênuo.
- Sua maldita o que você botou nesse peixe ?
- Não sei o que é amorzinho, teu pai me deu esse fraco - ela tira um frasco negro no bolso.
- O que é isso ?
Meu pai então resume a situação:
- Nesse frasco estava um líquido especial. É uma substância encontrada na raiz de uma planta chinesa, muito rara. Dessa raiz se extrai um caldo venenoso que se ingerido por qualquer ser humano pode levar ao óbito. É muito usado por assassinos profissionais, porque não tem cheiro e nem gosto - não consigo me movimentar, apenas olho fixamente para os dois, ele continua falando - O veneno primeiro age no sistema nervoso deixando a pessoa imobilizada, daqui 2 horas mais ou menos, sua respiração ficará mais difícil, sentirá uma forte dor no peito, como se teu coração estivesse explodindo por dentro, mas calma, é só um ataque cardíaco.
Não consigo falar, sinto minha boca ficar seca, um frio toma o meu corpo. As horas se passam, Thainá agora está chupando meu pai, no sofá a minha frente. Não posso fazer nada, não consigo nem fechar os olhos, apenas observo ele gozando no rosto dela.
- Ainda continua chupando direitinho, minha Thainá, nada mais vai nos separar.
- Eu te amo -diz ela
- Também te amo, minha menina.
Ela olha pra mim sorrindo com aquele jeito meigo, limpando o rosto coberto de porra com uma de suas roupas espalhadas no chão.
- O que vamos fazer com ele ? -diz ela
- Já está tudo arranjado, um pessoal vai vir aqui recolher o corpo dele. São profissionais.
- Estou com fome tio Rodolfo.
Ela veste o seu melhor vestido, está toda produzida, faz muito frio, não sinto meu corpo , nem as lágrimas que descem o meu rosto. Estou morrendo, eles saem pela porta, antes disso meu pai olha pra mim e diz:
- Filho, nos encontraremos um dia... talvez no inferno. Porque não. Não é pra lá que vão todos os filhos da puta ?
A porta se fecha e fico na escuridão. A morte agora me possui, pouco a pouco sinto ela entrando em mim, não sinto dor, nem a cólera do meu ódio, sinto uma paz silenciosa ...
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