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Sua nuca esta suada. Ela se abana e tenta se recompor no corredor. Ela tenta me observar sem ser notada. Espiona os reflexos dos espelhos antes de entrar na sala. Me vê, arrumando o pau nas calças . Ela recua. "Não podia ter visto isso. Ele está de pinto duro?? Mas porque ficou assim??"
A curiosidade a faz me espionar por alguns momentos e na segurança da clandestinidade, me observa atentamente.
"Nossa , pelo volume deve ser muito grande. Eu devo estar ficando louca!" Seu coração bate forte no peito.
Estou com a pica doendo de tão dura. "Mas que porra! Isso é hora de levantar assim??"
Eu me ajeito de novo, com cuidado pra a coroa não me ver. Me olho pra ver se não estou dando mancada de pau duro. "Claro que estou! "
Tiro a camiseta de dentro das calças e tento encobrir a situação. Não resolveu muito, mas melhorou um pouco. Começo a pensar na mulher sozinha. " Que gostosa!!"
Passados alguns segundos, a coroa entra na sala. Tem o rosto vermelho e os bicos de seus seios estão quase furando a camiseta de algodão. Não tenho como desviar os olhos. São bicos inchados e estão implorando algo. A mulher tenta disfarçar:
- É...bem, não achei o manual....- ela olha meu crachá e continua - Fernando, é isso ?
Estou meio zonzo, meio bêbado. Acho que meu cérebro liberou toda testosterona de uma só vez.
- Me chamo Fernando. - Falei inseguro. Ela me olha nos olhos. São olhos cheios de vida.
"O nome dele é Fernando, eu já sabia. De perto ele é mais bonito. Tem uma boca linda e um sorriso aberto. Daqui a pouco vou começar a babar pelas pernas. Estou pegando fogo. Porque ele não me beija? Porque ele não põe suas mãos em meus peitos? Eu sou uma puta mesmo. Eu quero esse homem!"
Ela estende a mão insegura. É um aperto de mão formal. A mulher sente-se envergonhada:
- Nessa confusão, nem me apresentei, peço desculpas....
As mãos de ambos estão suadas. Elas se tocam. Por hora era o primeiro contato físico.
Eu assumo o rumo da conversa:
- Bem, sem manual fica difícil. Posso tentar. (Meu pau vai acabar rasgando a calça!)
- Ok. Você quer algo, um café, um suco? (Vou acabar gozando só de falar com esse cara!)
- Um café seria uma boa idéia. (Te comer então!!)
- Vou fazer um cafezinho. - Ela sai , agora quase rebolando propositalmente.
A mulher segue ate a cozinha. A razão começa a tomar conta de sua mente:
"Nem sei onde tem cafeteira aqui. Quase acabo fazendo um besteira! Nem conheço esse homem! Não sei de onde veio essa atração. Estou encharcada! Preciso de um banho..."
Ela aperta o interfone interno. Não quer mais ver Fernando. Não confia em si mesma.
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