Estou na sala de ginástica e meu pinto começa a dar sinais de cansaço. A ereção vai se acalmando. A vontade de provar a coroa não. O interfone toca. Receoso, vou atende-lo:- Alo??
- É que vou tomar um banho a já volto. Você pode aguardar cinco minutos?
- Tudo bem.
Desliguei o telefone com a certeza de que algo iria acontecer. Vou ate a cozinha e bebo um copo d?agua. Lavo o rosto e com a palma da mão, confiro meu hálito. Estou ansioso.
Luma entra no chuveiro e começa a se lavar. A água fria percorre seu corpo e chega ao chão, morna. O efeito do banho é perturbador. A mulher toca seu corpo e pensa em Fernando. O deseja vai se enraizando. "Quer sabe? Eu vou me abrir, vou confessar esse tesão." Decidida, ela sai do banho, perfuma-se levemente e veste uma longa camiseta amarela. Escolhe uma minúscula calcinha branca e mais nada. Sorri ao olhar-se no espelho. Ela gosta de sua imagem refletida e concorda consigo mesmo, que esta bonita. Antes de sair do banheiro, ela retira sua aliança e a deixa sobre a fria pedra de mármore da pia molhada.
Ela desce as escadas com o coração disparado. Sabe que esta fazendo algo errado, mas assume as conseqüências disso.
Eu a vejo entrando com os cabelos molhados e uma camiseta amarela bem comprida.
"A branca deixava os bicos mais destacados. Hum, perfume. Será que ela esta sem calcinha??"
Ela sorri como um adolescente e custa a me fitar. Está simplesmente linda.
- Consegui algo com a TV?? - ela pergunta em pretexto.
- Nada, pra falar a verdade nem tentei. Fiquei aqui pensando...
- Em que? Em que? - Ela nota que esta agindo como uma menina insegura:
"Calma, preciso ter calma. Não posso me precipitar. Ele esta soltando faíscas pelos olhos!"
Eu a olho e não consigo parar de sorrir. Estou enfeitiçado.
- Estava pensando na senhora....em você!
- Eu também pensava em você...
Eles se aproximam lentamente, e seus olhos estão fixados. Ela é pouco mais baixa que Fernando e seu rosto implora por algo. Luma toma a frente:
- Vou direto ao assunto: Quero você...
Ela mal termina a frase e a beijo, quase com violência. Minhas mãos estão descontroladas pelo seu corpo, não sei onde toco primeiro. Aperto e sinto a firmeza de sua bunda larga e quente. Sinto seus pelos. Procuro o mais rápido possível levantar sua camisa e beijar seu seio. Ela geme e me aperta com força. Ela me interrompe:
- Vamos sair daqui, alguém pode nos ver.- Diz Luma me puxando pelo braço. Eu a acompanho.
No quarto , ela se transforma. De pé, me empurra na parede e força seu ventre contra meu pênis. Me ajuda a tirar as roupas, mas, não retira as suas. Agarra meu pau com força e se ajoelha. Eu procuro toca-la mas a posição não permite. Ela rodeia minha glande com a língua, afastando-se em seguir, eu quase implorando. Luma retira lentamente a camiseta e expõe os seios. Na sua barriga lisa, os pelos dourados são enfeites de um obra prima. Eu tento me aproximar e ela só estende os braços, me imobilizando se silencio. De costas pra mim, desloca delicadamente a calcinha e rebola em sincronia. Nua , se vira e me mostra toda. As marcas do biquíni acentuam seus fartos e macios pelos pubianos. Agora eu me ajoelho e diante de algo sagrado, passo meu nariz em seu ventre , abaixo ate seus pelos e sinto o cheiro doce da vulva, molhada de prazer, me aguardando, pronta e feliz. Eu murmuro com o rosto entre suas pernas quando três porradas na porta me dão um susto do caralho. Era minha mãe aos gritos:
- Como é que é? Vai sair desse banheiro que horas? Leva mais de meia hora pra tomar um banho...
Fecho o chuveiro e respondo contrariado:
- Já vôôô...
Mas não tem problema. Amanhã chego na casa da Luma vestido de bombeiro e facilito as coisas.
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