Contra ponto.
A proibição ditatorial do uso do "nome popular que não pode ser mais falado nesse blog", demonstra o quanto podem ser perigosas atitudes sem fundamentos.
Vejamos o descabimento da proibição.
Imagine-se você, sendo incansavelmente aporrinhado por um vendedor de assinaturas da revista Casa e Jardim. Note que é domingo e você quer ver o Esporte Espetacular. Atente-se também ao fato de você ter bebido uns goles a mais na noite anterior. Soma-se que sua mulher está menstruada desde sexta. Não esqueça-se que o seguro do carro vence segunda. Chove muito e está um frio da porra. Seu time perdeu de 5 a 1. Sua sogra vem almoçar. Seus cigarros acabaram. O sindico ameaçou fazer uma reunião extraordinária hoje as quarto da tarde quando todos estão querendo tirar uma soneca. E o sujeito querendo vender uma assinatura de revista.
Respondam: O que numa hora dessas substitui um forte e sutil vai tomar no teu "nome popular que não pode ser mais falado nesse blog"? Que graça tem um insignificante "vá a merda" numa situação assim? Um "putalqueuparilzinho" resolve? Mandar um cara "pra casa do caralho" é um insulto ou um agrado?
Não General , nada no mundo substitui um vai tomar no "nome popular que não pode ser mais falado nesse blog"! Assim, nos leitores e postadores, repudiamos tal determinação. E afinal
GORY, se antes você o deixava a vontade por aí, porque a proibição agora?
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