terça-feira, 13 de fevereiro de 2007


Sempre chego em casa muito puto da cara. Acordo de mau-humor, passo o dia de mau-humor por causa do trampo estressante, depois das seis é o trânsito maldito para chegar à faculdade e conseqüente atraso com direito à falta. Chego em casa sempre próximo da meia noite de mais mau-humor ainda. Só penso em bater um prato bem caprichado, banho e cama. Dormir e só.

Desde que minha mulher contratou Amanda como babá, alguma coisa melhorou por lá. A arrumação da casa está melhor, mas oque eu gosto é que como a menina estuda a noite, ao chegar ela esquenta sua janta e quando chego as panelas ainda estão mornas. Poupa-me algum tempo. Não é exatamente quente, mas vá lá.

Amanda tem seus dezoito anos já, veio trabalhar conosco por indicação de não sei qual parente por parte da minha senhora. Recém chegada do interior, é uma típica caipirinha. A principio pareceu-me que nos acertaríamos, gostei de sua educação e dedicação, mas em pouco tempo começou a se folgar. Uma pena.

Como saio de casa depois de minha esposa, a babá achou que não tinha problema andar "um pouco mais à vontade" pela casa. Desfilando com seu baby-doll curtíssimo pela casa que expõe suas lisas e torneadas pernas e mal cobre a polpa daquela bunda carnuda. O tecido fino, mais um decote generoso exibe seus belos seios com biquinhos pequenos e durinhos. Faço de conta que não vejo e fixo o olhar no jornal.

Ontem à noite quando cheguei a janta estava toda na geladeira ainda. Pensei que ela não havia jantado ainda, mas logo ela aparece, silenciosa como uma gata. Perfumada e sensual como o diabo gosta. Fico um segundo embasbacado. Já havia visto ela com aquela roupa antes, mas de ela se exibir assim enquanto minha esposa dorme, nunca.

- Desculpe chefinho. Não deu tempo de esquentar a janta ainda. Demorei-me no banho. Mas pode deixar que já arrumo tudo. Numa posição obscena retira os potes da geladeira. - Droga, cadê meus jornais? - pergunto.

- Noticias velhas. Joguei fora já.

Não queria ler nada, queria apenas esconder um princípio de ereção. Amanda coloca as panelas no fogão, mas não acende o fogo.

- Se eu ficar mais dois minutos perto destas panelas, queimo a comida. Estou em brasas, chefinho! - Com uma mão acariciando o bico exposto de um seio.

- Menina, você é louca? Se a Vera lhe vir aqui assim, acaba sobrando para mim também. Ela vai pensar coisas que não existem.

- Não existe porque você não quer. Vem! - Levando uma mão de forma sensual por dentro da calcinha.

Agora não havia mais volta. Ela me fez perder todos os limites. A despedi na mesma hora e pedi que se saísse no outro dia cedo. Voltasse donde veio!!. Onde já se viu?! E vá demorar no banho quando você pagar o gás, a luz e água. Menina mais abusada! Eu sou casado, viu. Oras!!!

Saio deixando-a plantada alí, sem entender nada e com aquela cara de caipira. Reparo que a carinha de caipira lhe caí melhor que a de putinha.

No quarto, minha esposa ressona fortemente. Deito de costas para ela, tapo o ouvido com um travesseiro e procuro dormir logo, que outro dia de cão vai nascendo.

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