Sim, nosso forúm tem me tomado todo tempo util. Moderando praticamente toda a Net, no momento nao posso postar nada novo. Aproveito para comunicar o upgrade de Sargento Cardoso para Moderador das Sessoes Download de Filmes de Sacanagem. Seja bem vindo Sargento Cardoso! E tome Repost!

O Abobra Repórter que vai ao ar religiosamente todas as segundas feiras, apresenta hoje um estranho habito de alguns jovens que vem abalando os alicerces da família brasileira. As imagens são cruéis, mas nossa obrigação jornalística é mais forte no sentido de alertar a sociedade. Vamos ouvir a gravação feita com autorização de R.S.F. que prefere o anonimato:
- R. , é verdade que quando um carro está fudido na rua , não pega e alguém lhe pede pra dar um forcinha , você só finge que esta empurrando?
- Não pode se generalizar isso. Já empurrei uns dois ou três "de verdade". Hoje não empurro mais.
- Nunca?
- Raramente. Se for uma gostosa , posso ate dar uma forcinha, mas bem pequena.
- E se acontecer com um amigo?
- Olha cara, esse esquema de empurrar carro tá por fora. Se tem um monte de nego empurrando, um tem que fazer meu trabalho, meu esforço.
- Isso não lhe causa remorso?
- Num dá pra saber se fiz força ou não. Eu faço cara feia e tudo. Finjo na boa.
- E você conhece gente que também faz isso: Fingir que está empurrando?
- Tem um monte, mas ninguém confessa ou assume isso.
- Existem técnicas pra fazer isso?
- Não. O que existem são métodos de evitar. O cara tem que ficar esperto. Carro parado com capo aberto é fria. Eu mudo de calçada, dou meia volta. Às vezes também manco ou digo que tenho uma hérnia no saco. Tambem posso me jogar no chão e simular que estou tento uma ataque cardiaco. E chega de pergunta que to cansado.
A maior concentração de carros fudidos do Brasil, encontra-se em Itaquaquecetuba, periferia de São Paulo. Lá , essa pratica é corriqueira. Nossa equipe acha facilmente alguns desses delinqüentes tomando cerveja numa chiboca. Com um Santana ano 90, equipado com sensores de pressão na traseira, e um adesivo "Rastreado por fofoqueiros" no vidro, nosso repórter simula uma pane na bateria. Imediatamente , alguns jovens se evadiram do bar. Um gordo desatento foi pego de surpresa e sem tempo de fugir, não notou que seria convocado:
- Amigo, você pode dar uma forcinha aqui?
- Empurrar?
- É. Só dar um tranquinho que ele pega.
- Então, eu dirijo e você empurra.
- O problema é que o carro tem um jeitinho pra pegar.
- Olha irmão, empurrar essa barca sozinho é foda. Chama mais alguém aí.
Nesse momento, dois rapazes começam a fazer cara de azulejo do outro lado da rua. Outro mais solicito, Gabriel Marcos, se junta na situação:
- Bateria é??
- Pois é. - Diz o repórter. - Só dar um empurranzinho que ele pega.
- Vamô lá.
O rapaz gordo também ajuda e o veiculo é posto em movimento.
- Vai porra! Pegou!!! Ufa! Acelera aí, não deixa essa merda morrer de novo!
Informamos a ambos que éramos do Abobra Repórter e revelamos nosso aparato eletrônico instalado no Santana. O repórter explica a Gabriel, já que o gordo fugiu em desabalada carreira:
- Aqui na tela do sensor de pressão , os gráficos mostram claramente que o gordo não empurrou o carro, só encostou a mão no porta malas. Toda força foi realizada por você, Gabriel. O gordo é um empurrador farsante!
- Mas que filho da puta! - Desabafa a vitima.
Na próxima semana, desvendaremos o safado que bebe água e deixa a garrafa vazia na geladeira. Toda segunda, no Abobra Repórter.
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