segunda-feira, 16 de julho de 2007

Não pude deixar de fazer um trocadilho infame ao ser apresentado a Anália. Com uma bunda daquelas o nome lhe caiu muito bem. Claro que nada comentei, mas achava graça cada vez que a via de costas “anal-ia bem”, pensava.
Em poucos minutos estávamos conversando animadamente. A amiga em comum vazou nos deixando a sós o resto da festa. Ofereci uma carona e nem foi surpresa ela aceitar de imediato. Cara de safada tinha.
No carro ela começou a desmanchar o novelo de infelicidades conjugais que vivia. Nisso de ela ser casada eu não havia me tocado, mas vá lá, escutar não custa e esse papo típico de mulher que quer trair e para aliviar a própria culpa sataniza o marido é mais que manjado. Iria me dar bem.
Me convida para entrar, tomar a saideira.
- E o seu marido?
- Trabalhando. Só isso que ele faz.
- Mas se ele chegar, fica estranho, não acha?
- Só chega no final de semana. Pode ficar tranqüilo.

Com poucas cervejas já estava eu passando a língua na mulher. Alternava a língua entre o clitóris e o cuzinho. Ela só fechava os olhinhos e dizia:
- Isso meu marido nunca fez. Ai que gostoso! E repetia a cada instante a mesma lenga.

Botei ela de quatro e mirei a pica bem salivada na entrada do anel. Ela travou a bunda e disse:
- Isso meu marido nunca fez!
Foi a gota d’água. Estalei a mão aberta naquela polpuda nádega branca, deixando a marca dos dedos bem visíveis. Ela assustada olha para trás, como que pedindo uma explicação. Dei mais um tapa, mais forte que o primeiro mais agora na outra banda da bunda.
- Para um homem que segundo você, nunca nem lhe chupou, não é de admirar que não tenho comido esse rabo ainda. Você vai gostar tanto quanto. – Disse já forçando a entrada.
Com olhar de súplica ela me pedia que parasse. Um tapa na cara fez com que ela cedesse, baixasse a cabeça e arrebitasse a bunda. Entrei com força, com raiva até e dava mais alguns tapas estalados naquele bundão. Ela só gemia e choramingava, me dando ainda mais tesão. Puxei-a pelo cabelo forçando-a ficar de joelhos e abrir a boca. Mesmo com um pouco de nojo do pau um pouco sujo, em nada protestou ao receber tudo na boca. Deitei satisfeito com ela ao meu peito. Aqueles olhinhos bonitos me olhavam, aquela covinha na bochecha lhe caia muito bem quando sorria.
- Que foi mulher? Perguntei carinhoso para ela.
- Me dá um beijo?
- Puta bicho porco! - Dei um tapa na boca dela e levantei-me já botando as calças e sapatos sob seu olhar atônito. Ia saindo pela porta quando ela me chama. Viro-me e fito secamente aquela belezinha nua na cama.
- Volta amanhã?

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