Minha filha desenha uma arvore e pinta em preto. Acho sombrio demais e pergunto o porque daquela árvore enegrecida. – Para preservar o verde, é a resposta dela, me apontando um lápis verde intacto ainda ao passo que os outros já se encontravam pela metade ou, no caso do preto, em um resto de cotoco.
João Maria, morador de Nossa Senhora do Piauí exibe o resultado de sua caçada ao repórter. Uma bela e rara Ararinha Azul. Diante da reprimenda do repórter, ele sem entender só responde: É verde não seô. É azul ói. Nóis num mata papagaio aqui.
O problema é que não são casos isolados. Há cidades que se acham (e são) entendido, a exemplo de São Paulo, que abriram o leque da proteção ambiental para sete cores e hoje já tem a maior concentração de veados do mundo.
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