Via o medo estampado nos olhos daquela linda loira. Observava calada meu manuseio frio e preciso daqueles horripilantes aparelhos, tudo como num cerimonial. Seu visível desconforto divertia-me, um sentimento sádico a me dar prazer. Ah, a dor alheia. Mas foi ela quem pediu por isso.Peço que tire a calcinha e abra as pernas. Assim mesmo, na dura. Ela baixa, um pouco envergonhada mas orgulhosa que é escancara as pernas deixando à mostra aquela linda boceta rosa, sem pêlo algum, de lábios salientes e bem feitos a ornamentar um perfeito clitóris. Vou deixar essa boceta uma beleza, penso eu.
No toque frio do metal ela se retrai um pouco. Há um lugar certo para se pegar, e ela tem que parar quietinha ou me atrapalha. Tranquilizo-a e quando ela menos espera travo o alicate no seu clitóris. Seus olhos deixam uma lágrima escorrer, furtiva e mal vinda em rosto tão orgulhoso. Quando ela pensa em se recuperar, transpasso a carne em um único golpe e o sangue vem, aos poucos mas constante. Não era isso que queria? Então toma, penso eu ao atarrachar o pino de metal que fixei alí.
Limpo o sangue, recomendo o uso de um antiséptico e higienização constante, recebo em dinheiro vivo, trinta reais do piercing mais cinquenta da colocação e despeço-a. Belo trabalho esse de body piercing. Não transo elas, mas posso dizer que as fodo.
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