sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Não bateu à porta, simplesmente entrou e ordenou: Me fode!

Conquistar Mariana foi muito duro, lutei meses para arrasta-la à cama, gastei fortunas em cinemas, flores e bombons e ainda assim só se entregou quando estava perdidamente apaixonada, tão apaixonada a ponto de cair no velho blefe “você não dá, tem quem dê”. Assim fomos para os finalmentes.

A primeira foda foi simplesmente horrível. A menina não sabia nem que buceta se lava. A perfeição do orgão em nada combinava com o cheiro, eca. Mas não queria estragar a primeira vez dela, fiz-me de urubu e fodi assim mesmo, de ladinho, ppmm, cavalgando, etc. Menos de quatro pro cheiro não subir diretamente pras narinas.

Após perder o cabaço, ela viciou no negócio, melhorou a higiene vaginal, mas adquiriu um hábito estranho, adorava que apertasse os seios e socasse o pau com violência, mas violência mesmo, gozava rápido e corria mijar. Depois ficava reclamando de dor e não havia oque fizesse a desgraçada abrir as pernas de novo. Com muito custo, mas muito custo mesmo, rolava uma punhetinha.

Frustrante isso de meter cinco minutos e acabar sozinho o serviço. Abri o jogo com ela, falei de minha insatisfação, chamei de “meia-foda” mas nada adiantava, ela dava um sorriso sem graça e na próxima transa era a mesma coisa. Confesso que me sentia usado.

Como a mania era incurável, comecei a evita-la ao passo que ela me cercava cada dia mais. Armava escândalo se me via com outra e o caralho. Ah, o arrependimento.

Nessa noite tinha certeza que ela viria. Aniversário de dois anos que nos conhecemos. Mulher é muito apegada com datas. Preparei todo um clima na casa para espera-la. Coloquei flores por toda a casa, fiz uma trilha de velas até o quarto e deixei apenas elas a iluminar o ambiente. Após entrar como entrou, eufórica, ordenando que a fodesse que ela foi reparar no meu capricho todo. Nem questionou se era tudo por causa dela mesmo. Ah, como o clima romântico amansa até as maiores feras. Estendi-lhe um baby-doll de seda e uma toalha e pedi que fosse tomar um banho para relaxar enquanto eu preparava os últimos detalhes. Ela foi. Deve ter gostado da banheira cheia de pétalas e sais que deixei preparada.

Enquanto ela se banhava, deixei alguns brinquedos, simples, mas especiais para a noite em baixo do travesseiro e voltei para ensaboa-la. Enxuguei-a e levei pela trilha de velas ao quarto. Deitei a fera já enlouquecida pelo tesão com muito carinho, peguei o punhal sorrateiramente escondido sob o travesseiro e o cravei no pescoço dela. Uma calma imensa se apossou dela, toda quietinha e de gemidos baixinhos transamos calmamente noite adentro e pela primeira vez gozei dentro de seu corpo. Sem medo de engravida-la.

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