Bombando nas FM's do Bananal daqui algumas semanas.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Sou pobre, é verdade. Mas não me dou ao direito adquirido dos miseráveis de ser molambento e ignorante. Vivo entre eles, odiando-os, torcendo para que morram de tiro, fome ou qualquer desgraçazinha que Deus mande, inclusive aos pequeninos dentuços e descalçados. Ao inferno! **********************************************************************
É impressão minha ou todo idiota idolatra o Maldito Che Guevara e Mano Brown?
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Celulares com mp3/fm que funcionam com alto falantes são criação de satanás!
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Curitiba é a capital nacional dos manos. Oh inferno!
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Hip Hop é a imundice jorrada diretamente do cu do capeta!
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Nem tudo é ruim na segunda feira.
Quadrilha rouba equipamentos da banda de Rita Lee.
Calculo pelo menos 30 dias com essa merda calada. Gloria Senhor, gloria!sábado, 23 de agosto de 2008
Mas daí que me deu uma impressão de algo errado no monumento. Tinha algo estranho nos pés do Coronel, ele estava de sapatilhas de balé, com ponta quadrada e tudo.- Sapatinha de balé só se for na sua cabeça, aquilo são sapatos de natação! - Disse ríspido o guarda municipal que estava por perto, ao ouvir minha constatação.
- Que eu saiba, sapato de natação é pé de pato.
Falei olhando bem de perto a escultura. Quando me aproximei das costas da estatua, enchi as duas mãos nas nádegas de bronze:
- E isso aqui é bunda de mulher, homem não tem um rabo desse todo redondinho...
O guarda, com as narinas abertas em ultraje, colocou a mão no cabo do cassetete e soltou a frase travada por falta de motivos desde o primeiro dia de trabalho:
- TEJE PRESO!
- Preso?! - Olhei surpreso pela atitude do homem enfurecido.
- ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR! PASSOU A MÃO NA...- e disse miúdo - bunda do Coronel!
Os Fulanos e Antonios já rodeavam o local por conta dos berros do guarda. Um par de viúvas baixou o rosto, o bêbado ria-se pela cachaça alheio ao assunto, o vigário veio feito um super-herói balançando sua batina e capa ao ser informado por um boateiro que tinham matado alguém no meio da praça. Fez-se o clamor e fui encaminhado à delegacia.
Já sentado na mesa, de frente ao delegado, tentei explicar a situação surreal:
- Eu me referia a escultura, não destratei ninguém...
O tal guarda era algoz na defesa de seu testemunho:
- Chamou de VI-A-DO e encoxou o Coronel Antunes, esse pervertido, vi pessoalmente e como tenho fé publica, de acordo com o artigo...
O delegado, um rapaz recém formado de cabelo penteado de lado e a pouco na função do cargo, me olhou com desprezo quando interrompeu o falatório do guarda:
- Quer dizer que meu padrinho era homossexual?
Logo ali atrás do delegado, numa moldura antiquada, um retalho de jornal com uma foto, Coronel Antunes indicado por uma seta feita à caneta, junto a outros nadadores em torno de uma piscina provavelmente em Moscou. Pouco abaixo uma carta já meio amarelada e escrita a punho pelo próprio Coronel Antunes.
Dizia-se que na carta, o nadador narrava as maravilhas da União Soviética, o frio e a saudade do afilhado, desculpando-se da partida inesperada e sem despedida a altura.
Eu não li, se era isso mesmo que estava escrito, traduziram assim na capital, estava em russo, me contaram desse jeito, eu não conferi.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
E?
Daí que voltei pra minha cidade. Fiquei fora, mas pouco mudou, uma casinha nova onde era um terreno, a frente do Bradesco reformada, o Varejão Chaves com aqueles vendedores de metros amarelo de madeira na mão, eu não notei, mas depois me contaram que os tais metros são de plástico agora, também não conferi.
Novidade mesmo, era a estatua de bronze do Coronel Antunes usando maiô de natação, uma touca, braços abertos, peito estufado, pronto pra saltar, coisa em tamanho natural no meio da praça, vi ainda dentro do ônibus.
- Não pule não, Coronel, o senhor vai se embucetar no chão.- Comentou o bêbado ao topar com a aberração.
Explico, o Coronel Antunes era nadador olímpico e trouxe "fama" a cidade de São João do Oeste (do Cu do Mundo, eu acrescentava) ao representar o Brasil nas olimpíadas de 1980. Tirou quinto lugar, disse orgulhoso o prefeito no dia da inauguração do monumento. E nunca mais voltou o maldito nadador comunista, deserdou o Bananal e foi viver na União Soviética.
Pois que a tal estatua foi feita por ferreiro de Ibituba , que ate o ultimo momento, recusava a empreita:
- Eu não sei fazer estatua, meu senhor, minha arte é fundição de portões...
- Homem, um artista de seu naipe sabe fazer tudo no ferro, não se faça de rogado. - Falava em elogios o Presidente da Câmara de São João, já dobrando um cheque no bolso do ferreiro.
E enfiado nisso, foi o ferreiro promovido a Silas, o artesão, com duas ou três fotos do Coronel Antunes na bancada de trabalho. Era preciso um molde e isso Silas logo arrumou com o Alberto, gerente do Varejão Chaves de São João.
Foi mais fácil que supôs o ferreiro e em três meses e meio, a obra já era finalizada em acabamentos pra logo ser exposta na praça com toda pompa. Assim me contaram e fui conferir.
De perto, era ate bem feitinha. Cagada de pomba na cabeça e nos braços, era um nadador antes do salto. Com fisionomia seria, os buracos dos olhos olhavam pra lugar nenhum, o nariz indiano ate lembrava o Coronel que vi nas fotos, um trabalho e tanto.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
terça-feira, 19 de agosto de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Quando olhei o prédio, fiquei imaginando porque diabos alguém queria que aquilo fosse protegido. Uma construção abandonada, cheia e no meio do mato, cinco andares, os dois últimos quase no esqueleto, uma parede aqui, outra ali. A abertura de entrada do edifício era um vão alto que seguia num largo e longo corredor que dava na outra extremidade. A noite estava pesada, densa, o capim molhado, orvalhava deixando tudo brilhante e incomodo. Lixo por todo lado, escombros, marcas de fogueiras, latas queimadas, mofo, limo, também gotejava dos buracos aonde deviam estar instalados os canos de água e ralos. Cada gota que caia ecoava baixinho, dois pingos rápidos, um segundo depois, mais um, numa freqüência calculada com esmero pelo acaso. Cheiro, às vezes fedia, azedume, carniça, merda, mijo.
No centro esquerdo do corredor, notava-se uma escada, do lado direito, o que seria o poço do elevador, tampado com tapume e um monte de entulho.
O motorista limitou-se a me avisar já com a Kombi ligada e me jogando um molho de chaves:
- Lá no fundo do corredor tem uma sala fechada, tem água e um bico de luz. Bom trabalho.
- Agradecido. - respondi testando a lanterna enquanto a perua sacolejava pela estradinha de terra pra desaparecer no meio da escuridão.
Serviço de vigia já é um saco, ainda mais aqui nesse cu do mundo. Vai ser foda do tempo passar. Mas se tem que ser assim...
No fundo do corredor, encontrei a tal sala fechada, trancada com um cadeado novo e bem vagabundo desses que a gente abre no sopro, provavelmente instalado ontem. Abri a porta e vi o interruptor pendurado na ponta de um fio, click, quando a luz acendeu-se, encheu o corredor, revelando minhas pegadas na poeira.
Na tal saleta, sobre uma mesa feita de madeira usada, uma garrafa de água mineral e um rolo de papel higiênico. No chão um monte de tralha espalhada, galão de tinta vazio, saco de cal duro feito pedra, um resto de peneira, sacos de mercado, pontas de cigarros, sobras de obra . De volta ao corredor, fui ate a escada, ainda no concreto e subi o primeiro lance. Mato e sujeira de novo, a luz da lanterna corria pra todo lado, avisando minha presença, uma parede pichada com carvão surgia a cada lance. Subi mais um andar e passei direto pro terceiro e dali pro quarto pra terminar na laje do telhado. A noite turva, o piso úmido, tinha chovido de manhã, as pontas expostas dos ferros das colunas inacabadas estavam tão enferrujadas que pareciam fogo de tão laranja."TÉTANO" pensei. Do topo, se via no horizonte, as luzes da cidade e os faróis dos carros cortando a estrada lá longe.
A casa de maquinas do elevador não tinha porta, era um cubo de tijolos e vigas de perfil maciço quase no centro da laje. Dentro, sobre a abertura do fosso, um pedaço de placa de zinco numa armação de madeira
- Quase uma armadilha, se alguém pisar aqui se fode. - falei alto pra ouvir minha própria voz. Puxei a placa e apontei a lanterna pro fundo do fosso, tinha água lá embaixo. Joguei um pedaço de tijolo, feito criança, pra ver a profundidade . O tijolo desceu se exibindo na luz da lanterna, caindo ansioso, demorou um pouco - é meio alto daqui - bateu na água e splash! Caramba, não imaginei que fosse fazer tanto estardalhaço. Fiquei meio sem graça, eu estava ajoelhado vendo uma pedra cair. Que bobagem.
Tirei a placa da casa de maquinas e a apoiei de pé na entrada, impedindo acesso ao fosso, era melhor ali do que onde estava. E na placa, comecei a descobri o que seria aquele lugar, um logotipo azul de um antigo governo estadual, uma parte dele pintada naquele pedaço de aço: era só uma obra publica largada no meio do nada.
A noite virou madrugada. Sem nada produtivos pra fazer, desci e comecei a ajeitar a tal sala fechada, ali seria meu canto - amanhã trago um radio, troco esse cadeado e reforço as dobradiças, uma garrafa térmica - fui planejando enquanto tirava o lixo. Uma vassoura de piaçava ou que restava disso me ajudou na tarefa.
No meio da bagunça surgiu mais um pedaço da placa, essa dizia que ali seria uma "Unidade", deduzi pelas letras que ainda podiam ser lidas. Atrás da placa, colada na parede, uma folhinha com o retrato de dois dálmatas, datava o ano de 1969. Não foi complicado descobrir que a folhinha era só um ornamento, a obra não tinha essa idade, imaginei uns cinco ou seis anos de abandono. Achei algumas folhas de jornal velho, desamassei e o alinhei sobre a mesa. Não me dei conta do horário, me distrai ali na saleta. Li anúncios, um Fusca 78 com documentação ok , um sitio com galinheiro e horta, um graça alcançada, uma prensa pra fazer fraldas... CLAM!
Um barulho seco e grave, levei um baita susto ao ouvir um ruído vindo lá da entrada, o peito logo disparou, de instinto, passei a mão na cintura atrás do revolver, eu não trouxe revolver, primeiro dia de serviço, não podia correr o risco de alguém me flagrar armado, a lanterna nem me veio a mente, peguei o primeiro pedaço de pau que apareceu e gritei firme:
- QUEM É!!? QUEM TAÍ??!?

Ele pensou que era certo, viver sem fé
Demorou pra entender, que o mundo tem pressa
Construiu na sua casa, um muro de pedras
E a sombra que formou, lhe trouxe miséria
Um dia lhe disseram, como a vida é
E prometeram lhe entregar, um mar de respostas
E parecia ser tão fácil, saber amar
O verdadeiro virou falso, eram palavras tão belas
Gory, da música "Apenas um Imbecil", Os The Los.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental, alinharam-se para alargada da corrida de 100 metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar.
Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar. Os outros ouviram o choro, diminuíram o passo e olharam para trás. Então viraram e voltaram. Todos eles.
Uma das meninas com Síndrome de Down ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse:
- Pronto, agora vai sarar!
E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
Como o protocolo olímpico não previa esse tipo de atitude de seus esportistas, todos acabaram desclassificados, e voltaram para suas nações sem medalhas. O garoto que tropeçou no asfalto e atrapalhou a corrida, foi expulso pelo comitê olímpico e não pode mais disputar partidas oficiais até 2016.
Mensagem:
Você não quer ganhar sozinho e gosta de ajudar os outros a vencer? Saiba que alguém está a sua frente, e não vai querer saber de suas lamentações. O sucesso não é para os fracos.
Graças a HAMADMAD SLAMIDMAD
terça-feira, 12 de agosto de 2008
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Rassssgaaaaaaaaa !

A moça é Alison Carroll, de 23 anos, ex-ginasta profissional, ex-recepcionista, ex-amante do Principe Charles. Agora ela será Lara Croft em tempo integral - mas não esta substituindo Angelina Jolie nos cinemas, ela está sendo usada pra divulgação do novo jogo Tomb Raider: Underworld.
domingo, 10 de agosto de 2008
Débora Soares
Três coisas que tiram o humor de Débora:
Perder tempo
Queimar a pele no sol
Levar cantadas
Explico: Nos anos 80 não existia protetor solar e nem leis contra o assédio-sexual. Sobre perder tempo, deve ser porque ainda não existia a internet. Sei lá.
Luciana Vendramini
Já tem convite pra trabalhar como modelo no Japão. Mas só que sair do Brasil mais tarde, depois que se preparar com muito cuidado. E ainda existe um motivo muito especial para que ela queira ficar mais um pouco por aqui: está curtindo o pai e a mãe. Descobriu que ela e eles estão falando a mesma lingua. No melhor entendimento.
Explico: Os pais de uma hora pra outra resolveram falar português, então ela teve que deixar de lado a carreira internacional pra apreciar esse momento familiar. Ainda bem, porque chegou a ser Paquita, posou na na Playboy com 16 anos (naquela época podia), apareceu na novela Vamp e perdeu a virgindade com o Paulo Ricardo.
Isso é um Urso Panda:

E isso é um Cão Panda

O que eu quero provar com esse post ?
A- Que a engenharia genética está avançada
B- Que os Petshops passaram dos limites
C- A moda Panda é a nova tendência do verão 2009
D- Que o dia dos pais foi um tédio, e não tenho mais nada de interessante pra fazer, além de publicar posts engraçadinhos sobre animais fofinhos.
E- Enquete é coisa de viado.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Vcs aí não estão vendo que os poemas do Gory, daqui alguns anos, estarão entre a leitura obrigatória do vestibular da Fuvest, FGV, PUC e de faculdades federais?
Vcs estão perdendo um puta dum momento histórico nestas publicações em primeira mão!
Enquanto isso discute-se o que é "chuçada"...
Crotófago
Gravatar Digamos que em tempos futuros os poemas musicais do Gory darão uma chuçada nos grandes poetas musicos como Chico Buarque, Tom Jobin, Tim Maia, Gilberto Gil dentre outros...
W46N40
Não acreditei quando descobri que a Cláudia Leite conseguiu uma música. O que ela é melhor que eu ? Como ela conseguiu uma música do Gory ? Deu o cu pra ele ? Será que vale a pena se prostituir em troca de mais um sucesso ? Olha onde vai parar o AxéBusiness. É o fim.
Ivete Sangalo, em uma clínica de reabilitação
"Eu pedi pro Sr.Gory uma canção leve, um tema de amor para o filme. Mas ele estava incomunicável na chapada dos veadeiros, e infelizmente o filme vai ter que ser lançado assim. Meio incompleto. "
Steven Spielberg, nas filmagens de Indiana Jones IV
O que já foi publicado em 2005:
"Gory é um artista pop. Um raro talento que veio alimentar nossa pobre musica brasileira"
Arnaldo Antunes, ex-Titâs, ex-tribalista.
"Quando ouvi a primeira musica composta por Gory, pensei que fosse plágio. Mas foi inveja minha, fiquei muito envergonhado. Depois chorei muito, chorei por dois dias seguidos"
Chico Buarque
"Uma dia, tive a oportunidade de ver Gory tocar num barzinho. Alguém ofereceu a ele partituras de uma musica de João Gilberto. Então ele cuspiu e urinou no infeliz. Gory é um artista lúdico"
Alexandre Pires, ex-pagodeiro, ex-atropelador de motoboys
"Eu pedi que ele fizesse uma música pra mim. Podia até ser uma música ruim. Falei pra ele que podia usar do meu corpo como forma de pagamento. Mas ele não acreditou na minha virgindade"
Sandy, cantora teen ainda virgem
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
sábado, 2 de agosto de 2008
No primeiro dia de aulas numa escola secundaria dos EUA a professora apresentou aos alunos um novo colega, Massahiro Suzuki, do Japão.
A aula começa e a professora:
Vamos ver quem conhece a história americana.
Quem disse:
'Dê-me a liberdade ou a morte'?
Silêncio total na sala.
Apenas Suzuki levanta a mão e diz:
- Patrick Henry em 1775 na Filadélfia.
Muito bem, Suzuki.
E quem disse: 'O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se.'?
- Abraham Lincoln em 1863 em Washington.
A professora olha os alunos e diz:
- Vocês não têm vergonha?
Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês!
Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo:
- Vai tomar no cú, japonês de merda!
- Quem foi? grita a professora.
Suzuki levanta a mão e sem esperar responde:
- General McArthur em 1942 em Guadalcanal, e Lee Iacocca em 1982 na Assembléia Geral da Chrysler.
A turma fica super silenciosa, apenas ouve-se do fundo da sala:
- Acho que vou vomitar.
A professora grita: - Quem foi?
E Suzuki:
- George Bush (pai) ao Primeiro-Ministro Tanaka durante um almoço, em
Tókio, em 1991.
Um dos alunos grita:
- Chupa o meu pau!
E a professora irritada!Acabou-se! Quem foi agora?
E Suzuki, sem hesitações:
- Bill Clinton à Mônica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997.
E outro aluno se levanta e grita:- Suzuki é uma merda!
E Suzuki responde:
- Valentino Rossi no Grande Prêmio de Moto no Rio de Janeiro em 2002.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta se abre e entra o diretor, que diz:
- Que merda é essa, nunca vi uma confusão destas!
Suzuki:
- Lula para o ministro da Aeronáutica, a respeito do caos aéreo em Dez/2006, Brasília.
E outro aluno, num sussurro que ecoou:- Ihhh... agora fodeu de vez!
Suzuki:
- Lula de novo, após a queda do avião da TAM.
O diretor fica estarrecido com a impetulancia do japonês e da euforia da turma e diz:
- Cambada de trombadinhas filhos da putas, definitivamente o lugar de
vocês não é aqui!
Suzuki:
- Nelsinho Batista para o time do Corinthians na final do campeonato
brasileiro de 2007.
O diretor fica inconformado e desolado e diz a turma quase saindo de
fininho da sala:
- Vocês ganharam, cambada de viadinhos....
Suzuki:
- Vanderley Luxemburgo para o torcida do São Paulo no final do campeonato brasileiro.



