Gil Mackoy pegou dinheiro emprestado com seu amigo W46N40. Acontece que Gil Mackoy se gabava de nunca ter pago uma dívida sequer. Por outro lado W46N40 nunca havia perdido nenhum centavo em transação alguma.
Passa o tempo e o Gil Mackoy enrolando e só se esquivando do W46N40, e este no encalço do Gil Mackoy.
Até que um dia eles se cruzaram no bar do Crotófago e começaram uma discussão.
Gil Mackoy encurralado não encontrou outra saída, pegou um revólver encostou na própria cabeça e disse:
- Eu posso ir para o inferno, mas não pago essa dívida.
E puxou o gatilho, caindo morto no chão.
W46N40 não quis deixar por menos, pegou o revólver do chão, encostou em sua própria cabeça e disse:
- Eu vou receber esta dívida, nem que seja no inferno.
E puxou o gatilho, caindo morto no chão.
Crotófago, que observava tudo, pegou o revólver do chão, encostou em sua cabeça e disse:
- Pois eu não perco esta briga por nada! Clique nos comentários por sua conta e risco. Fightpost 2009 Abobra Diário All Rights Reserved.
Ela - Sua camisa combina com meus lençóis, você pertence à minha cama." Eu - Oxe, eu te conheço ? Ela - Não, mas eu posso ser sua essa manhã. Eu - Garota, de onde você surgiu ? São 7:30 da manhã, estamos numa parada de ônibus, e e estou indo pro trabalho. Ela - Vou te chupar tão forte que você vai ter que tirar os lencóis da bunda quando eu terminar. Eu - Dá licença minha filha, você já fez 18 anos ? Ó aqui minha aliança. Eu sou casado. Ela - Não tem problema. Eu pago. Quer ganhar 40,00 fácil, fácil.
Então subi rapidamente no primeiro ônibus. E aquela garota finalmente sumiu do meu campo de visão, enquanto o transporte seguia adiante pela Avenida Arniqueiras.
Pensei - Que cantada mais manjada. Essas mulheres estão ficando sem imaginação...40,00... hunf! Será que tenho cara de puto ?
UM CHEQUE, DUAS ASSINATURAS, (Arnaldo Branco - Brasil 2009) - O sóbrio diretor Arnaldo Branco leva as telas o difícil tema dos atos corporativos nesse DRAMA. Lidando com atores iniciantes, Arnaldo consegue extrair certa poesia de uma relação extremamente comercial. Unibanco , papel interpretado por Wagner Martins , é um banco fragilizado que durante uma crise financeira refugia-se nas ilhas Caymam, um paraíso fiscal e reduto de instituições suspeitas. Durante essa estadia, Unibanco conhece o ganancioso Itaú (vivido com maestria pelo ator André Dahmer),um banco de boa aparência mas cheio de segundas intenções. Seduzido, Unibanco acaba por ceder as investidas de Itaú. Destaque para a cena da fusão durante o pôr do sol na cabana rústica, um clichê relido com delicadeza e honestidade pelo diretor. Com Alan Sieber eP.H.
Circuito nacional, salas a confirmar. 18 anos.
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segunda-feira, 6 de abril de 2009
Caraiu bicho, fizeram um filme desse eletricista brasileiro com nome duplamente viado que tomou um teco no metro de Londres??
Selecione para Spoiler: Sim, fizeram um filme disso.
De fato, era dia 1º de abril, mas realmente estava empenhada em ir para academia, treinar. E, coincidentemente ou não, choveu o dia inteirinho aqui no Rio.
Nada contra chuva, até gosto. Para dormir então... Mas não era o caso, queria era ir para academia! Não pretendia deixar o ócio me dominar, desta vez. Foi então que resolvi combatê-lo tomando um comprimido de termogênico que tinha aqui (chamá-lo-ei de abelhinha, pelo fato da cápsula ser preta e amarela), para me dar “aquele gás” de qualquer jeito! Mas ôôô tempinho ruim viu... Viu? O tempo? Onde? Cadê o tempo que tinha reservado para treinar? Sim, já era. A chuva levou, o ócio comeu, não sei, nem me pergunte como isso aconteceu. E quanto à abelhinha?! Ah, esta ainda permanecia aclopada no meu organismo e, a cada minuto que se passava, mais ela voava em minha corrente sanguínea, elevando minha temperatura e me deixando cada vez mais agitada. Era essa a intenção... Mas, o destino foi outro. Ao invés de ir para academia, estava indo buscar as kids na escola. Ok, tudo bem, tirando a parte da inquietação corroendo minhas vísceras, tudo (mais ou menos) certo. Até chegar em casa e perceber que eu já era a própria abelhinha! PQP... Precisava arrumar alguma forma de extravasar “aquele gás” todo... Então, partindo desse pré-suposto e levando em conta o fato de ter duas crianças em casa, fui até sala, voando, chamar o Matheus para brincarmos, ouvindo esse som:
Pois é, perfeito. Começamos a dançar espontaneamente, naquela agitação tamanha que o quarto foi ficando cada vez menor para nós dois e de repente... POW! AAAAAH! A maldita cadeira do computador caiu acertando em cheio o dedão do meu pé! PQP²! A abelhinha pilhada, agora zurrava de dor, se estremecendo no chão. A festa acabou... E o pior de tudo, era que a pilha ainda não tinha acabado! Só que agora havia me transformado em uma mula-manca pilhada. PQP³. Fim do dia e fim das contas (como queria que fosse mentira...): O ócio venceu por W.O. Chuva o dia inteiro, um comprimido que tomo para tentar evitá-lo, em troca precisei de gelo, pomada analgésica/anti-inflamatória além da noite inteira sem conseguir dormir. Ok ócio, ok... Mas não pense que desistirei tão facilmente... A chuva parou. E meu pé vai melhorar...!