Maricleia chega em casa tarde. Entra pela porta e Oliveira está no sofá no meio da penumbra, sentado e olhando fixamente para sua esposa. Ela se limita apenas dizendo:
- Tá acordado até agora homem ?
- Onde você estava ? Isso são horas ? - mostrava os dentes e com os olhos vermelhos de raiva.
- Depois do trabalho. Sai com as meninas. Fomos para um bar.
- Você é casada Maricleia. Casada ! Se esqueceu ?
- Me esqueci também que tenho um marido que se parece com um velho. Ranzinza e rabujento.
Oliveira se levanta e segura no braço delicado dela, apertando com toda força e a joga no sofá.
- Quem é esse filho da puta que você anda fudendo. Fala se não meto a mão nessa sua cara deslavada.
- Seu bruto, ficou louco ? Fui num bar com as minhas amigas. Só isso ! Deixa eu tomar banho, já é de madrugada. Preciso dormir.
Maricleia tenta se levantar, mas Oliveira lhe dá um tapa na face, e ela cai que nem um jaca contra o sofá. Chorando em soluços ela grita: "Cretino, eu te odeio ! Maldita seja a sua existência." Oliveira, não satisfeito, arranca a saia dela de uma vez, lhe rasga o sultia e arrebenta a calcinha em um único puxão. Maricleia, linda e nua sobre o sofá, tampava seus volumosos seios. Oliveria agora tinha provas do romance noturno de sua esposa, em sua coxa esquerda via-se as marcas de uma mordida e na sua bunda hematomas feitos pela mão de algum macho a poucas horas.
- O que são essas marcas sua puta. Marcas de sexo. Quem é o maldito que você anda trepando ?
- você pode me matar mas eu não falo. Corno ! Você é um corno e eu sempre vou rir dessa sua cara escrota !
Oliveira com o sangue fervendo, a coloca de quatro sobre o sofá. E excitado a penetra pelo cu de uma só fez. Ela grita de dor e prazer e mesmo assim o desafia:"Você não é homem pra mim. Nem pra comer um cu presta. Corno imprestável!" E ali mesmo ele goza um litro de porra dentro da Maricleia, e ela de bruço sobre o sofá permanece ofegante, calada com um olhar distante. Oliveira não diz nada, vai até o quarto e dorme profundamente.
No dia seguinte, Maricleia preparava o café da manhã na cozinha e Oliveira a abraça amorosamente.
- Ontem você foi incrível.
- Ai, Oliveira, você também.
- O que vamos fazer hoje.
- Hoje eu quero algo diferente, amor.
- Tipo o que ?
- Tenho uma amiga que adoraria participar também.
- Já sei Maricleia, vamos fazer de conta que eu chego do serviço e surpreendo você transando com ela em nossa cama.
- Então depois você bate de novo em mim e me algema na cama, enquanto transa com a minha amiga violentamente.
- Mas ela vai saber levar numa boa ?
- Vou falar com ela. Mas acho que não tem problema. Ela vai ficar assustada de início, mas depois se acostuma.
Os dois começam a se beijar e fazem amor ali mesmo na cozinha.
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